quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Será um novembro...


"Best thing about being a woman
Is the prerogative to have a little fun"


Novembro...
Numa busca básica daquelas de "momento Google" fui revirando novembro...encontei algumas coisas interessantes a respeito do mês:

Descobri que foi nele a primeira vez que a Capela Sistina foi aberta ao público para exibir a pintura de Michelangelo e foi em novembro a data da abertura do Museu do Louvre em Paris.  

Lenoardo Da Vinci foi contratado para pintar a Monalisa em novembro, os soviéticos lançaram a cadelinha Laika no Sputnik nesse mês e Rachel de Queiroz foi a primeira mulher eleita para a Academia Brasileira de Letras, em novembro também.

No mês foi realizado o primeiro vôo num balão de ar quente e, 123 anos depois, Santos Dumont pilotou o 14 Bis no primeiro vôo público em aeroplano... avanços que preparavam outros novembros!

Nós não poderíamos ficar para trás: se tudo der certo, será em novembro a realização do I Encontro do Clube da Luluzinha, aqui no RJ!

Ideia da Jaque (que vem voandinho para cá) e da Pequena, para reunir todas nós - eu, elas duas , a Jana, a Menina Fê, a Tara... -  num momento "feminino, inocente e divertido"!

Vamos entrar para a história, não acham? Hahaha

"Let's go girls!"

sábado, 4 de setembro de 2010

PIN-UPS II! Estilo e glamour...


Continuando com a brincadeira, mais um pouco do universo pin-up...

O seu estilo é bem característico: a maquiagem impecável, as unhas e cabelos bem feitos (preferencialmente com esmaltes vermelhos e muitos cachinhos na cabeça), além do cuidado com cada detalhe do figurino que garantem o glamour de qualquer produção.

As roupas da época tinham a cintura bem marcada, muito colorido e estampas, sobretudo as de bolinhas. Já imagens com maior apelo sexual abusavam das cintas-liga, lenços, óculos de sol, colares de pérolas e pulseiras como acessórios.

Como nossa proposta de brincadeira era fazer um ensaio mais sensual baseado no tema, buscamos algumas lingeries que dessem um tom retrô para as fotos. Por falar no ensaio, seguem algumas fotografias com a lingerie branquinha:


terça-feira, 13 de julho de 2010

PIN-UPS! Sensualidade inocente...

Conforme prometido, cá estamos para mostrar um pouco da nossa brincadeira com as pin-ups. Nos divertimos muito fazendo fotos com visual baseado nas "bonequinhas sensuais".

Elas foram um dos primeiros apelos da cultura pop e, por sua grande inserção, influenciaram o comportamento das mulheres que tinham nas imagens um "modelo público" do desejo masculino para seguir.

Assim as belas, angelicais e sensualíssimas musas ditaram moda após os anos 40.

O estilo pin-up é de uma sensualidade inocente. O apelo sexual está mais na insinuação do que na exposição propriamente dita.

As expressões faciais eram muito valorizadas. Tinham sempre um biquinho, uma carinha de espanto ou um sorriso maroto. É uma pena não as explorar aqui...

Bom, vamos às nossas primeiras imagens, em rosa chiclé (que é uma cor bem pin-up, não é?):






quinta-feira, 8 de julho de 2010

Primeiro Selinho

Recebemos o carinho do amigo LEO, do blog SeximaginariuM, e ficamos muito felizes...
E qual não foi a nossa surpresa hoje, quando viemos ao nosso e-mail, a nossa linda amiga Curiosa, do blog Intimidades da Curiosa, também veio nos presentear com o mesmo selo!!!


As regras são responder uma pergunta e indicar 10 blogs para receber o prêmio. Vamos lá:

1)O que aquece o seu coração? 
As inúmeras amizades que fazemos nesse mundo virtual, as visitas ao nosso espaço, os comentários sempre tão lindos de todos e os carinhos como esse que recebemos de gente tão especial.

2)Os 10 indicados

 Queríamos indicar a TODOS os blogs que acompanhamos, já que só seguimos quem é para lá de especial... mas uns já receberam o selo, além de só podermos indicar 10. Mas, já que temos que escolher... essa é a nossa lista, em ordem alfabética (lol):


Esperamos que gostem de receber esse carinho, assim como nós!
LEO e Curiosa, beijos/abraços nossos especiais para vocês.

Lia e André

sábado, 26 de junho de 2010

PIN-UPS! Para começo de conversa...




O tema é uma paixão antiga: as Pin-ups! Elas rondam o imaginário masculino desde 1890, apesar de só terem se tornado verdadeiramente populares a partir de 1940.

Podiam ser encontradas em ilustrações de revistas e cartazes de campanhas publicitárias, que eram recortados e pendurados nas paredes pelos homens, daí vem o nome pin-up.

Alento para os soldados da Segunda Guerra Mundial, elas estavam presentes em todos os alojamentos e veículos de guerra. Nessa tendência foram criados inúmeros calendários com as gravuras.

Difícil não se motivar a fazer um ensaio baseado nelas...  mesmo que se perca muito do clima por não poder explorar as expressões faciais tão características.

Nós, que adoramos nos divertir com a máquina fotográfica, fizemos uma série de imagens amadoras, com duas produções diferentes. Soltamos a nossa imaginação para brincar com o estilo sex-angelical das pin-ups e dividiremos isso com vocês nas próximas postagens.

Para começo de conversa...

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Nelson Rodrigues: amor, ódio... ou os dois!

"Qualquer um tem seus íntimos pântanos."


Sim, Nelson Rodrigues nasceu para descrever com requintes de crueldade e prazer o que pode haver (ou há?) de mais secreto, mórbido e sórdido na natureza humana.

Ele é o autor que, incompreendido em sua época, chocava, estremecia os costumes e questionava a "casca de moralidade" das pessoas... e ainda provoca sensações de surpresa nos dias de hoje: está a frente do nosso tempo, também!


Valia-se da licença poética para desnudar não só os personagens, mas toda a vida privada das pessoas. Daí vem o exagero constante: em resposta à hipocrisia da sociedade sexualmente repressora, também excessiva.


Escreveu sobre gente que tem desejo (inclusive os mais bizarros), a morbidez que rondou toda a sua história pessoal, os monstros que não percebemos por baixo da polidez de alguns, os homens que fantasiam com o impróprio, mulheres que possuem libido e que rompem tabus...

Asfalto Selvagem (Engraçadinha), A dama do lotação e outros contos e crônicas, A vida como ela é — O homem fiel e outros contos, Meu Destino É Pecar... literatura para apreciar com a alma desarmada e despida de preconceitos. Quem já teve a oportunidade de se deixar levar pelo texto do "anjo pornográfico" sabe: é difícil digerir tudo o que é dito.

Sinto repugnância de grande parte das pessoas nas suas narrativas... contudo é impossível não se identificar com algum traço de algum personagem. Ele fala sobre o inconfessável e mais oculto, sobre o amor e o asco que escondemos no canto mais escuro de nós e os personifica em gente que odiamos ou amamos com a mesma intensidade que o autor deve ter pretendido!

Não vou aprofundar questões da sua estética, nem esmiuçar mais a sua produção. Confesso que falaria horas a fio sobre a sua obra (sim, sou fã apaixonada!), mas o que interessa é contar como a postagem sobre ele surgiu por aqui. 

Não foi de caso pensado... eu e o André brincávamos de tirar fotos com uns figurinos diferentes e eu detestei algumas delas! Depois, fiquei olhando-as no computador, comecei a alterar as cores de fundo e algo de familiar me vinha à mente, sem que eu pudesse definir ao certo o que era.

A mulher nas fotografias não era eu, ela transparecia algo de "dona de casa", tinha um ar de "outra época"... quanto mais eu observava, menos me via ali. 

Algo de santa, algo de profana... era a minha versão rodriguinana! Como nas brincadeiras desses sites que fazem versões nossas de personagens de desenhos animados, avatares. Não, não sou nem louca de pensar em representar as divas do mestre! Mas se ele tivesse escrito algo sobre a Lia, era assim que eu seria. Assim que eu imaginaria a personagem.



Aquela que gosta de fotos suas na Internet, que tem uma libido louca e uma vida secreta com o marido, que tem experiências inconfessáveis e as publica no anonimato...

"Se cada um soubesse o que o outro faz dentro de quatro paredes, ninguém se cumprimentava."

A mulher sem grandes culpas ou remorsos, que vive a sua sexualidade de um jeito particular... e que, a despeito de todas as ousadias, nunca deixou de amar loucamente o homem a quem escolheu para ser seu companheiro.

                        "O casamento já é indissolúvel na véspera."

A esposa que ama o exibicionismo e o voyerismo, a excitação do sexo observado e o encontro com vários corpos... de homens e de mulheres. 

"Só o rosto é indecente. Do pescoço para baixo, podia-se andar nu."
Como num bom texto de Rodrigues: final inesperado...
Imagens que quase ganharam o lixo, viraram o passaporte para o passado. Essa máquina do tempo me fez rever a época em que pintava as unhas e passava batom trancada no meu quarto, depois ficava nua fazendo poses para o espelho... madrugadas adolescentes de prazeres solitários e escondidos, tantos êxtases embalados por fantasias de "engraçadinha".

Ainda sou aquela menina, que sente o sangue ferver ao imaginar que poderia ser observada enquanto se tocava em frente ao espelho. Que tantas vezes imaginou Nelson abaixado na porta de seu quarto a espiar, como ele disse: 
"Sou um menino que vê o amor pelo buraco da fechadura. Nunca fui outra coisa. Nasci menino, hei de morrer menino. E o buraco da fechadura é, realmente, a minha ótica de ficcionista."

No final das contas, foi gostoso brincar com a "viagem rodriguiana por acaso"... relembrar e contar. Por isso é que adoro esse espaço privado,  "da Lia e do André", onde quem vem de passagem pode espiar um pouco das nossas loucuras.


"Sempre que um homem e uma mulher se gostam precisam estar prodigiosamente sós, como se fossem o primeiro, único e último casal da Terra".

Lia

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Dia dos Namorados

Sim, nos amamos!
Casados, amantes... atados!
Delícia estarmos sós, só nós...
Eu e meu amado...
Namorado!

12 de junho foi inesquecível, meu amor!!!

Lia

quarta-feira, 9 de junho de 2010



MINHA ESPOSA É


DEMAIS

domingo, 16 de maio de 2010

Mais uma Reflexão Swing - o que pensam as pessoas? (Ou sobre a coleguinha de trabalho da Lia)

Mais um tema do swing que fica sempre "no ar": o julgamento alheio.

Eu gosto de swing, meu marido gosta de swing, nós fazemos swing e gostamos de fazer juntos. Se não há problema para nós, não deveria haver para mais ninguém.

As pessoas comentam o que fazem com seus parceiros, os lugares aos quais gostam de ir, os programas preferidos... até sobre preferências sexuais, práticas e brinquedinhos - sempre rolam conversas.

Então, por qual razão o fato de pertencer ao "meio liberal" ainda é um tabu?

Vou falar do meu motivo (que não é obrigatoriamente o mesmo de mais ninguém): o que me leva a evitar falar sobre swing com quem não frequenta o circuito é só o preconceito. E não estou falando do medo de ser apontada na rua, de ficar "mal falada", ou coisa parecida.

O que preocupa é a transformação do comportamento das pessoas, que acontece no instante em que você menciona uma das palavras mágicas - swing, ménage, bissexualidade...

É impressionante, talvez seja até sem pensar, mas pessoas que eram íntimas e estavam sempre por perto somem na poeira! Eu perdi uma amiga, depois da confidência do meu segredinho.

Nós trabalhávamos juntas e sempre conversávamos sobre coisas ousadas que aconteciam em nossos casamentos. Trocávamos ideias, experiências, dicas... coisas de meninas.

Aí, um dia, resolvi contar para ela o que eu e meu marido fazíamos na nossa "vida secreta". Primeiro, ela ficou quase uma semana sem conseguir nem me olhar direito. Pensei: "básico, né?" A história de assumir que se tem relações "bi" afasta amigas que passam a sentir medo de serem agarradas! Risos.
Só que, logo depois dessa semaninha de afastamento abrupto, houve algo um tanto espantoso: ela grudou no meu pé!

Passava todos os segundos em que ficávamos sozinhas falando sobre a sua curiosidade em ter uma experiência com outra mulher, em como eu tinha sorte e no que nós duas poderíamos fazer juntas. Só nós duas.

Eu e o André temos uma postura de manter a brincadeira entre nós, sem o outro não tem graça. É uma opção nossa, um acordo que faz parte da base da nossa relação. Eu não sinto nem vontade de brincar, se não for com ele por perto. Particularidade do casal, que ela não respeitou nem por um instante!

Claro que eu relatava os detalhes do assédio dela para o marido em casa, isso até apimentava a nossa relação (risos). Foi em acordo com ele que, após dois meses de insistência diária, acabei topando dar uma saidinha com ela para tomar um drink depois do trabalho e conversar melhor sobre aquilo tudo.

Fomos ao tal barzinho para o nosso happy hour básico e o papo fluiu num clima legal, normal, até o assunto vir à tona. Como foi difícil convencer a minha amiguinha de que não é só porque fiquei com uma mulher que tenho vontade de sair com todas as que aparecem pela frente, de como é a minha relação de swinger com o meu marido e de como a minha sexualidade passa necessariamente pela dele.

Não que ela não fosse atraente... muito pelo contrário: era deliciosa!!! Só que nem a química, nem o contexto, nem a proposta eram adequadas para mim e para as "regras do nosso jogo".

Sabe quando a coisa não entra na cabeça da pessoa? Não consigo entender... se alguém é hétero, significa que agarra indiscriminadamente todas as pessoas do sexo oposto?
Pois bem, na hora de ir embora fomos juntas ao banheiro e ela me deu um bote! Uma delícia de beijo que eu não esperava e que me deixou muito excitada.

A coisa toda da proibição de estar no banheiro feminino, com gente esperando a vez, a possibilidade de ser flagrada, foi gostoso... mas só. Tem gente com quem não dá sintonia, ponto final. Já se ela quisesse brincar com o casal, hummm...

Não vou dizer que esse beijo não foi assunto, nem que não deu mais uma temperadinha nas nossas memórias conjugais, entretanto o preço foi alto demais. Ela morreu de arrependimento e nunca mais falou comigo. Até hoje eu não sei se foi porque tenha recuado em sua ousadia, ou se foi por não ter conseguido tudo aquilo que desejava.

Gostaria que as pessoas pudessem "ser quem são" sem nenhum tipo de máscara. Esses escudos só fazem sentido por causa do preconceito que ataca cruelmente quem decide ser diferente, contudo o que dizer se, mesmo no mundo liberal, o tal preconceito ainda impera? Basta ver como se comportam alguns dos "casais liberais", que ainda são incapazes de fazer novas amizades com pessoas que circulam no mundo do swing e tem tantas coisas em comum para conversar. Só querem conhecer pessoas com quem acham que vai acabar acontecendo o "algo mais"! Bem como se, só por ser um casal swinger, as pessoas desejem brincar com todos os casais que conhecem...

Lia

Ah! Para não perder o costume: mais uma imagem, mesmo sem muito contexto, só para temperar o post!

domingo, 14 de março de 2010

Uma Contradição do Swing - reflexão sobre a insegurança.

A cada dia que passa, tenho mais certeza de que o swing não é a expressão da máxima "ou tudo, ou nada"... gosta-se de muito e detesta-se muito, rola muito tesão e muita furada.

Quem é curioso e ainda não fez nada, corre o risco de se decepcionar, porque ao ler nossos relatos pode acreditar que tudo sempre acontece "às mil maravilhas", mas a sua realidade nem sempre vai corresponder a isso.

Sinto vontade de brincar (que é o jeito que nós chamamos as nossas aventuras, de brincadeiras), mas também tem sempre um turbilhão em minha mente quando o assunto é estar com outras pessoas numa cama. Não dá pra fingir que é sempre tudo muito tranquilo... não é!

Dá ciúme e isso é fato. Ciúmes dão medo, dão tesão, dão raiva, dão vontade... não tem como descrever a enorme quantidade de coisas que passam pela minha cabeça de esposa, só de imaginar o homem que eu amo se envolvendo com outro corpo. É bem como a pimenta: arde, mas tempera! Esquenta!

Mas o que pega hoje, o que me fez escrever esse texto reticente e tão cheio de reflexões subentendidas, não é a relação com os ciúmes. O que não saiu da minha cabeça durante a toda a tarde de hoje foi a insegurança.

A insegurança é saudável, faz parte da constituição da normalidade, não é? Só que ela não pode ser ignorada. Senão, quando aparece, vira monstro e engole a gente! Ela tem o "elemento surpresa" a seu favor e surge quando menos se espera.

Começou quando resolvemos navegar jutinhos pela Internet, espiar os blogs que estão "na ativa", ler as experiências dos outros, degustar as fotografias... hum... adoramos essas coisas!

Elegemos mais alguns para "seguir" e posso dizer que boa parte do que vimos foi delicioso! Belas imagens. Adoro o nú, (tanto o masculino, quanto o feminino) se for de bom gosto, então! Ai ai...

Claro que ficamos excitados,mas não foi só o tesão que despertou em mim. Bateu a famigerada insegurança e aí, só mulher para entender. Não que os homens não sintam isso, mas com eles é diferente.

Para a mulher, dá insegurança de todos os tipos: fica a impressão de que a mulher da fotografia é mais alta ou mais baixa do que você, que ela tem "mais carne" ou menos gordura, que os cabelos dela são mais lisos ou mais cacheados, que ela é mais clara ou que tem um bronzeado mais bonito... tudo aquilo que você vê de "defeito" em seu corpo parece ser exclusividade sua e dá a sensação de que você é a última das mulheres.

Nessa hora é que entra a postura do parceiro. Meu marido me tranquiliza, me mostra o quanto sente tesão em mim, o quanto me acha gostosa e o pricipal: o quanto me ama!
Sim, sou uma mulher liberal, mas sou MULHER antes de tudo. O amor ainda é fundamental para a minha felicidade. Por ser tão amada é que me sinto livre pra sentir e dar todo o prazer que podemos alcançar: tanto na nossa cama, quanto nas brincadeiras que fazemos por aí.

Teve uma vez que voltávamos para casa de uma festa, bem tarde da madrugada, quando vimos uma GP deliciosa paradinha numa rua. Eu chamei a atenção para a menina e ele, que sempre atende aos meus desejos (risos) deu a volta na quadra para conferir o que era.

Quando chegamos lá, ela já tinha sumido: alguém foi mais rápido do que nós. Continuamos sem sair muito do caminho e encontramos uma outra menina, ainda mais linda do que a primeira.

Paramos o carro para conversar com ela. Ah, que friozinho na barriga! Nunca tínhamos feito isso e ficamos meio decepcionados quando ela disse que "casal não dava".
Ela explicou que algumas meninas tem medo de casais "armados" e não gostam de se expor nesse sentido.
Conversei com ela e ela acabou cedendo, ía terminar a noite conosco! Com o acordo que seria apenas uma "brincadeirinha" leve, para esquentar a nossa noite de sábado.
Abri a porta e ela entrou no banco de trás, pulei para lá junto com ela e fomos nos amaçando gostoso para o deleite do André, que acompanhava (já de pau duro) o showzinho pelo retrovisor.

Chegamos ao motel, entramos no quarto e fomos tomar um banho, primeiro ela e eu, pra ir pegando mais entrosamento, depois ele... quando ele chegou no quarto, nós duas já estávamos esperando de pé. Ele sentou na cama e ficou se masturbando enquanto tirávamos a toalha uma da outra e nos beijávamos. Conforme eu ía descobrindo o corpo da menina, ía sentindo mais tesão, ficando mais molhadinha e mais insegura: que corpo perfeito ela tinha!

Foi engraçado quando ela lascou aquele elogio aos meus seios, disse que eram lindos e que queria ter seios assim... eu ali, pensando em como ela era perfeita e ela desejando ter os meus seios! Eu disse que tudo o que eu queria era ter aquela cintura dela e nós duas rimos muito. Nos beijamos e nos amassamos, chupamos os peitinhos uma da outra e fomos pra cama.

Eles dois me fizeram gozar muito gostoso: ele metia fundo na minha bucetinha, enquanto ela masturbava o meu grelinho e brincava com meus seios. Depois nós duas fomos para cima dele, num beijo coletivo... hum...

Nós duas à disposição para ele tocar, esfregando os biquinhos dos peitos, uma brincando com a bucetinha da outra, beijando o corpo dele... estava uma delícia. Aí ficamos de quatro e caimos de boca naquele pau duro. Foi uma delícia ver o meu marido revirando os olhos e ficando cada vez mais louco com as duas boquinhas que se alternavam chupando seu pau e se beijavam com ele no meio.

Ele pediu para eu virar de costas para ele e eu fiquei assim, de quatro pra ele me comer gostoso. Ela beijava-o, vinha beijar-me, brincava com meus peitos e dava os dela pra ele chupar. Foi assim que ele gozou forte dentro de mim.

Saímos os três juntos do motel, demos uma caroninha para ela. Nos despedimos da nossa nova coleguinha no estacionamento onde ela guardava a sua moto.

No caminho para casa, fiquei pensando na "conversinha" que nós duas tivemos. Mulher vaidosa nunca está satisfeita com o seu visual, mesmo! É... pode até ser bobeirinha feminina, mas cá para nós: a mulher que nunca se sentiu assim, que atire a primeira pedra, ou a primeira conta do salão, do centro de estética, da academia...

Lia